Foto por: Câmara de Rio Preto
Branco disse estar tranquilo e que nunca divulgou notícia falsa

Vereadora pede abertura de CPI das ’Fake News’ em Rio Preto

Por: Heitor Mazzoco
01/06/2020 às 19:07
Bastidores

Alvos são vereador Anderson Branco (PL) e a assessoria de imprensa do parlamentar

CPI das Fake News em Rio Preto
A vereadora Cláudia di Giuli (MDB) está em busca da última assinatura para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara de Rio Preto para apurar notícias falsas (Fake News) que estão sendo disparadas em redes sociais. A meta dos parlamentares é provar que o vereador Anderson Branco (PL) é o disseminador de notícias falsas em Rio Preto.


Moção de Repúdio
Em uma das notícias falsas, a vítima é a própria vereadora. Foi atribuído a ela um voto contrário a reabertura de salões de beleza e barbearias. A Câmara votou uma moção de repúdio ao governador João Doria (PSDB), na verdade, que vem levantando a fúria de prefeitos de todo Estado de São Paulo com a rigidez da quarentena e pouca flexibilização.

Assinaturas
Até o momento, Cláudia tem cinco assinaturas para abrir a CPI contando com a dela: Renato Pupo (PSDB), Marco Rillo (Psol), Pedro Roberto (Patriota) e Márcia Caldas (DEM). Pelo regimento interno da Casa, mais um vereador precisa assinar o pedido para a Casa instalar a comissão.

Atritos
A vereadora Cláudia de Giuli, inclusive, encaminhou um ofício ao presidente da Casa, Paulo Pauléra (PP), solicitando que ele abra uma apuração interna para saber se a estrutura da Câmara foi utilizada para propagar Fake News contra os vereadores.

‘Sou perseguido’
Procurado, Anderson Branco afirmou que a postagem não é notícia falsa. "Não é Fake News, até porque eu mesmo reproduzi na rede social. Sou contra Fake News. Essa arte não foi eu e nem assessoria. Minha assessoria é muito educada. Compartilhei porque é verdade. Eles votaram contra a moção. Vão ter que provar que é Fake News. Os cinco que assinaram já usaram Comissão de Saúde para me perseguir, quando voltei de São Paulo e fui investigar as covas (do cemitério da Vila Formosa). E quem está por trás é o Renato Pupo (PSDB), do partido do "Ditadoria”, disse Branco em referência ao governador Doria.  

‘Ação tem reação’
O vereador disse ainda que não tentará barrar a CPI, mas ameaçou. "Toda ação tem reação. Vão ter que provar. Se não provar, vou processar quem está acusando”, afirmou.
 






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